Sustentabilidade: o que é e qual a importância de pensar sobre isso?

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Vemos, cada vez mais, o termo sustentabilidade em aplicação, com frequência, em diferentes contextos. Sustentabilidade econômica, por exemplo, se refere à capacidade de sobrevivência de determinado projeto ou ação. No âmbito social, o conceito indica distribuição de renda, qualidade de vida e redução da desigualdade. 

Já quando o foco é o meio ambiente, a ideia remete a energias renováveis, preservação de recursos e redução de resíduos. No entanto, na verdade o conceito de sustentabilidade envolve todos esses aspectos e está diretamente ligado aos fundamentos da chamada economia circular. 

Um exemplo disso são as atividades que abrangem a coleta e reciclagem de resíduos. Com o processo, os materiais deixam de sobrecarregar aterros e contaminar os recursos naturais, transformando-se em insumos para diversas indústrias. Dessa forma, geram emprego e renda, tanto para as atividades empresariais, quanto para cooperativas de catadores. 

Quer entender mais sobre o tema e descobrir como colocar a sustentabilidade em seu dia a dia, contribuindo para um mundo melhor e mais justo? Então, continue a leitura de nosso artigo!

Afinal, o que é sustentabilidade?

A partir disso, como você percebeu, a definição de sustentabilidade é bastante ampla. O termo surgiu em 1987, no Relatório Brundtland, documento conhecido como “Nosso Futuro Comum”.

Nele, o desenvolvimento sustentável foi explicado como um processo que “satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”.

Em outras palavras, sustentabilidade significa ter soluções para as demandas atuais, sem destruir recursos que serão essenciais no futuro. Por exemplo, as atividades industriais devem ter cautela ao consumir recursos naturais, para que as próximas gerações não enfrentem escassez. 

Além da preservação de recursos, como água e recursos florestais, é necessário cuidado com o ar que respiramos. Quanto mais queimamos carvão e combustíveis fósseis (seja no transporte, seja para aquecimento ou operação de usinas), mais gases poluentes são emitidos na atmosfera. Como resultado, aumenta o risco de aquecimento global.

Por isso, mudanças nos hábitos de consumo se tornam cada vez mais urgentes. As pessoas precisam entender que vários recursos são finitos e que, sem os devidos cuidados, estamos colocando o planeta em risco. 

Dessa forma, a importância do desenvolvimento de fontes de energia renováveis. Além disso, é preciso maior conscientização sobre o uso de recursos naturais e atenção ao descarte adequado de resíduos. A relação entre o ser humano e o meio ambiente precisa ser revista, quanto antes. 

Entenda os princípios da sustentabilidade

A sustentabilidade envolve os pilares econômicos, sociais e ambientais. Para que seja praticada, alguns princípios precisam ser inseridos em todos os contextos da sociedade:

  • redução do consumo de energia e opção por fontes renováveis, como geração solar fotovoltaica, eólica, biomassa e biocombustíveis renováveis (como etanol, produzido a partir da cana-de-açúcar, e biodiesel, de óleos vegetais e outras gorduras, como sebo bovino);
  • controle do crescimento desordenado das cidades, de forma a evitar o desmatamento de áreas com vegetação nativa;
  • ações de reflorestamento e preservação florestal, com estímulos a pequenos produtores familiares;
  • consumo consciente, para evitar o desperdício;
  • educação ambiental e ações para introdução de saneamento básico em locais carentes;
  • estímulo a programas de coleta seletiva, reciclagem e reúso de materiais; 
  • consumo racional de alimentos, de água e de energia elétrica.

Qual é a importância do consumo sustentável?

Em suma, a poluição causa inúmeros problemas à saúde humana. A falta de saneamento básico e o acúmulo de resíduos em locais não apropriados levam à proliferação de diversas doenças, especialmente causadas por insetos e pelo consumo de água não tratada. 

No ar, o excesso de poluentes causa doenças respiratórias e aumenta o número de mortes por enfermidades pulmonares crônicas. Além disso, provoca o agravamento de viroses, como as gripes sazonais.

A poluição também compromete a camada de ozônio, já que os gases de efeito estufa (emitidos na queima de combustíveis de automóveis, usinas termoelétricas e siderúrgicas) causam mudanças climáticas importantes. Isso compromete o equilíbrio do planeta e agrava o risco de surgimento de doenças. 

Por isso, é fundamental que as pessoas se conscientizem e adotem práticas mais limpas em sua vida. Isso inclui desde a mobilidade sustentável, que pode contribuir para a qualidade do ar, até mudanças no comportamento de consumo. 

Assim, ao comprar algo, vale a pena se questionar: preciso mesmo disso? Esse objeto foi produzido por uma cadeia sustentável? Sua durabilidade é boa e, no fim de sua vida útil, o descarte pode ser feito sem impactos ao meio ambiente? 

No longo prazo, tais questionamentos fazem muita diferença para garantir a qualidade de vida da população. Afinal, ao comprar produtos que causam menos impactos ao meio ambiente e à comunidade, você coloca em prática as premissas da sustentabilidade. Ou seja, satisfaz suas necessidades atuais sem comprometer o futuro.

Por que adotar práticas sustentáveis no dia-a-dia?

Claro que o antigo provérbio “uma andorinha só não faz verão” tem a sua lógica. Mas, não é por isso que as pessoas devem deixar a preocupação com a sustentabilidade de lado. Afinal, são pequenas atitudes inseridas na rotina diária que criam hábitos, os quais, com o tempo, se tornam naturais. 

Por exemplo, em uma casa na qual o descarte de resíduos é seletivo e o uso de recursos é feito com parcimônia, as crianças crescem entendendo que esse é o conceito que devem aplicar em sua vida. Então, embora uma andorinha sozinha não possa trazer grandes mudanças, seus pequenos atos se tornam lições para uma importante transformação social.

Vamos introduzir algumas atividades sustentáveis em nosso cotidiano? Confira, a seguir, uma série de dicas para trazer a sustentabilidade para a sua vida. Afinal, cada um de nós deve fazer a nossa parte, não é mesmo?

Aposte na reciclagem

Vários itens que usamos em nossa rotina podem ser reciclados. Que tal customizar aquele jeans antigo, reaproveitar sacolas ou usar potes de vidro para decoração ou armazenamento de alimentos? 

Isso reduz a quantidade de resíduos que você descarta e contribui para que os aterros urbanos não fiquem sobrecarregados. Ainda hoje, cerca de 60% das cidades brasileiras ainda convivem com os lixões, nos quais dejetos diversos se acumulam, sem tratamento adequado. A questão é preocupante, ainda mais se considerarmos que cada brasileiro produz, em média, meio quilo de lixo por dia.

Nesses locais, além do mau cheiro, existe o risco de infiltração de chorume e substâncias tóxicas (como produtos químicos) no lençol freático. Isso traz o risco de várias doenças, que podem afetar a população e reduzir a qualidade de vida. Além disso, os resíduos atraem insetos e roedores, o que aumenta o perigo.

Assim, pense muito antes de descartar qualquer resíduo sólido no lixo comum! Se não for reaproveitá-lo nem encaminhar para doação, o ideal é recorrer à coleta seletiva. Se em seu município não houver esse serviço, você pode entrar em contato com cooperativas de catadores, que encaminham os materiais para reciclagem e se beneficiam com essa renda.

Reduza o consumo de água e energia

Pequenas ações diárias, como reduzir o tempo no banho, não deixar torneiras abertas ou luzes acesas sem necessidade e desligar da tomada os aparelhos elétricos contribuem para a economia dos recursos naturais. Com isso, além de beneficiar o meio ambiente, você também gera economia para o seu bolso!

Confira algumas dicas para economizar esses recursos:

  • use eletrodomésticos com critério. Máquinas de lavar roupas e louças devem ter ligação com a carga máxima;
  • a mesma regra vale para passar roupas, de forma a evitar que o ferro seja ligado com frequência;
  • sempre que possível, escolha o ciclo mais econômico desses equipamentos, que reduzem em até 30% o gasto de água, além de consumirem menos eletricidade;
  • evite o uso de secadoras de roupa (que também utilizam água em seu funcionamento);
  • priorize a iluminação e a ventilação natural, evitando luzes acesas durante o dia e o acionamento desnecessário de aparelhos de ar-condicionado. Quando o seu uso for imprescindível, a recomendação é que portas e janelas estejam fechadas, para otimizar o funcionamento;
  • se possível, substitua lâmpadas comuns por LEDs, cujo consumo é menor que as fluorescentes;
  • conscientize sua família e colegas de trabalho sobre a importância de reduzir o consumo de água e luz. Dê o exemplo!

Coloque em prática a sustentabilidade alimentar

Já ouviu falar em reaproveitamento de alimentos e na cozinha sustentável? Quanto menos desperdício, melhor! Assim, algumas atitudes podem fazer toda a diferença:

  • compre verduras, legumes e frutas da estação, que, além de mais baratos, têm melhor qualidade;
  • reaproveite sobras — o arroz branco de hoje pode ganhar um novo sabor ao ser refogado com outro legume, como cenoura, abobrinha ou pimentão; 
  • use todas as partes do alimento. Talos e cascas podem ser ingredientes interessantes para caldos, bolinhos, geleias e ensopados. Sementes torradas são petiscos saudáveis. Além do sabor adicional, as partes não convencionais dos alimentos são nutritivas e adicionam fibras à dieta;
  • planeje as porções ao cozinhar e armazene corretamente o que não for ser consumido na hora, em geladeira ou no freezer; 
  • prefira comprar alimentos de produtores próximos. Com isso, além de valorizar os fornecedores locais, a durabilidade dos produtos tende a ser maior. Isso acontece especialmente no caso de itens perecíveis, uma vez que o tempo de transporte é reduzido; 
  • ao fazer compras, leve uma lista do que você realmente precisa e evite estocar alimentos. No armário e na geladeira, separe os produtos de acordo com a sua validade;
  • no supermercado ou na feira, leve a sua sacola retornável, evitando as tradicionais sacolinhas plásticas, que causam danos ao meio ambiente. Lembre que materiais plásticos levam de 450 a 500 anos para se decomporem na natureza. 

Prefira alimentos naturais e orgânicos

Quanto menos processado, mais saudável e cheio de nutrientes é o alimento. Mas, não é só isso: em sua forma natural, não há embalagens a serem descartadas nem aditivos químicos usados no cultivo ou conservação. 

A lógica dos orgânicos é a mesma, já que em seu cultivo não são usados pesticidas. Tais produtos causam danos ao organismo de quem os consome e também se infiltram no solo. Com isso, existe o risco de alcançarem o lençol freático e causarem contaminação da água.

Atenção ao consumo de derivados animais

Você sabia que até mesmo o consumo de carne afeta o planeta? Além do sofrimento animal, que é o principal fator que motiva o veganismo, a pecuária é a atividade econômica que mais causa desmatamento, no Brasil e no mundo.

Dessa forma, a razão é a necessidade de extensas áreas para pastagem e também para a produção de grãos, que são usados para fabricar ração.

Com o desmatamento, a renovação do ar é mais difícil. Além disso, 14,5% das emissões globais de gases de efeito estufa são emitidas na indústria de produção de carne, segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). 

Vale destacar que o problema não decorre apenas do consumo da carne, mas de tudo o que é de origem animal: leite e demais laticínios, ovos e todos os produtos que levam o ingrediente na composição, além do couro, usado na indústria de calçados, vestuário e moveleira, por exemplo.

É importante lembrar que a indústria do couro ainda representa um agravante extra. Como a pele dos animais não pode ser usada sem nenhum tratamento, uma vez que é um material que entra em decomposição, é necessário o uso de produtos químicos que impeçam a degradação. Esse tratamento é feito em curtumes.

Em grande parte dos casos, os resíduos químicos usados para esse processo são descartados sem os devidos cuidados, contaminando a água, o solo e até a vida de outros animais.

Compre de produtores locais

O conceito de sustentabilidade também inclui a valorização da mão-de-obra e dos pequenos produtores locais. 

Ao comprar na sua região, você fortalece a economia local, contribui para a geração de empregos e ajuda a distribuir a renda entre as pessoas. Além disso, essa é uma forma de estimular investimentos em tecnologia por parte das empresas. Afinal, as organizações passam a entender que o segmento regional é forte e, por isso, que necessita ter desenvolvimento.

Ao ir às compras, além de levar sua própria sacola, opte por adquirir itens a granel. Essa atitude evita a necessidade de mais embalagens que, muitas vezes, acabam sendo descartadas de forma inadequada.

Valorize a mobilidade sustentável

Se você pode ir a pé ou de bicicleta, será que vale a pena tirar o carro da garagem e contribuir para o aumento de emissões?

Ao fazer escolhas corretas de mobilidade, sua saúde e o trânsito agradecem. Afinal, quanto menos pessoas optarem pelo transporte individual, menor a quantidade de veículos sobrecarregando as regiões urbanas. 

Vários problemas, como a perda de tempo em congestionamentos, estresse e até falta de vagas de estacionamento poderiam ser solucionados com a adoção de meios racionais de mobilidade. Ande mais a pé e tenha melhor qualidade de vida!

Ao usar o seu veículo, prefira fontes de energia menos poluentes, como o etanol ou o gás natural veicular (GNV). Embora o preço de aquisição ainda seja uma barreira para a grande maioria dos brasileiros, os carros elétricos também serão, no futuro, uma aposta importante para a melhoria da qualidade do ar. 

Escolha produtos que não causem impactos ambientais

Claro que todos nós precisamos que existam relações de consumo. Afinal, como consumidores, necessitamos dos produtos e serviços; como cidadãos, queremos que a economia gire, ou seja, que as empresas possam vender e gerar lucro, emprego e renda. 

Porém, vale a pena pensar um pouco antes de comprar determinado produto ou serviço. Sua fabricação agride o meio ambiente? Usa mão-de-obra mal remunerada ou escrava? Causa desmatamento ou poluição?

Considere todos estes pontos antes de decidir pela compra. Quer um exemplo? Imagine que você queira adquirir novos móveis para a sua casa e se interesse por peças fabricadas em madeira. Que tal, antes de fechar o negócio, saber mais sobre a empresa fornecedora da matéria-prima e suas ações de reflorestamento?

Além disso, vale a pena conhecer novos materiais. É o caso do bambu, que substitui a madeira em inúmeras aplicações, com grande durabilidade. Sabia que existem chapas de bambu que podem, inclusive, substituir o aço, em função de sua grande resistência?

E já que estamos falando no bambu, vale a pena conhecer algumas de suas qualidades. A planta se adapta a diferentes tipos de clima e solo. Também não necessita do uso de pesticidas e fertilizantes para se desenvolver e, quando seus brotos são cortados, ela ganha força para crescer mais. 

Além disso, algumas espécies, como o bambu mosso, têm crescimento acelerado, aumentando até 1 metro por dia. 

Por isso, produtos fabricados com essa matéria-prima têm ganhado cada vez mais destaque pelo viés ecológico. Utensílios de cozinha, como talheres, canudos e toalhas, além de itens diversos, como mousepads ou kits para banheiro, cada vez mais fazem parte da vida de consumidores ambientalmente responsáveis.

Quais os benefícios da sustentabilidade para mim e para o mundo?

Muitas pessoas não se dão conta da gravidade da poluição do planeta. No entanto, existem diversos exemplos das consequências da falta de sustentabilidade:

  • materiais, como garrafas pet e sacolinhas plásticas, descartados indevidamente no ambiente, entopem bocas-de-lobo e causam enchentes, dificultando o trânsito e levando doenças aos moradores;
  • o acúmulo de lixo orgânico não tratado atrai insetos e roedores, que causam diversas doenças, como dengue e febre amarela. Em águas contaminadas, o risco é de leptospirose, hepatite e diarréia, entre outras enfermidades;
  • as doenças (inclusive as respiratórias, causadas pela baixa qualidade do ar) são uma das grandes causas do absenteísmo escolar, por parte das crianças, e de ausência ao trabalho, no caso dos adultos. Isso leva ao comprometimento da educação e da renda da população;
  • a quantidade de internações sobrecarrega os serviços de saúde e impede que muitas pessoas tenham o tratamento necessário. 

Assim, é importante pensar que a sustentabilidade é um conceito coletivo. Você pode adotar soluções sustentáveis em sua casa e em sua vida. Certamente, os impactos serão positivos para a sua saúde e seu bolso. 

No entanto, para que os benefícios ocorram, é essencial que a conscientização aumente. Dessa forma, todos passam a entender a importância de priorizar ações e comportamentos de consumo ambientalmente responsáveis.

Quais são as políticas que incentivam a sustentabilidade?

A princípio, existem várias ações e estímulos públicos para a adoção de boas práticas. Alguns exemplos são:

  • redução de impostos para construções sustentáveis, como o chamado IPTU Verde;
  • diminuição do IPVA para veículos movidos a etanol, GNV, híbridos ou elétricos (atualmente, válida apenas para os estados do Rio de Janeiro e Paraná);
  • incentivos fiscais para o uso de fontes de geração de energia renovável, como eólica, solar e biogás;
  • ações corporativas para estimular a diversidade no ambiente de trabalho;
  • projetos para reuso de água em condomínios e outras construções;
  • programas de estímulo e conscientização sobre a importância do uso consciente de recursos naturais;
  • legislação que estabelecem a necessidade de logística reversa de alguns produtos, como pilhas e baterias, embalagens de lubrificantes e óleo lubrificante usado;
  • projetos de cultivo e manejo sustentável de determinadas espécies, como o bambu (que, inclusive, tem uma lei específica para isso);
  • políticas de reflorestamento de áreas devastadas pela exploração humana;
  • apoio ao ecoturismo, com restrições à exploração comercial e ao número de visitantes em áreas de proteção ambiental;
  • legislações com foco em segurança alimentar, que estabelecem o aumento da oferta de itens orgânicos nos pontos de venda.

Qual a importância da conscientização?

A despeito da relevância dos dispositivos legais, a conscientização dos consumidores acerca da importância do uso adequado de recursos naturais e de matérias-primas é essencial. Por isso, o papel da educação ambiental é fundamental. Afinal, ela garante a segurança e a preservação do meio ambiente para as gerações futuras.

Esse trabalho de conscientização já vem sendo feito nas escolas, mas, para que a população mais jovem entenda a sua importância — e também o risco de não promover, com urgência, mudanças no comportamento — o exemplo é fundamental.

Por isso, as ações de sustentabilidade devem começar dentro de casa. Desde a coleta seletiva de recicláveis, até orientações sobre o consumo consciente dos recursos, as novas gerações precisam compreender a necessidade de preservar o planeta. 

Assim, além de orientar sobre quais são as ações responsáveis, as famílias precisam colocar a mudança em prática. Descasque mais, desembale menos. Recicle, reuse e economize recursos finitos. Compre itens sustentáveis e conheça os detalhes de sua cadeia de produção, valorizando sempre empresas locais e a economia circular. 

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